O que será do futuro do Soundcloud?

Por Alan Medeiros

Fundado em Berlim em meados de 2007 pelos sócios Alexander Ljung e Eric Wahlforss, o Soundcloud nasceu oferecendo algo simples e pouco a pouco preencheu lacunas que não estavam sendo ocupadas no mercado. 

 
Oito anos depois, a empresa se tornou uma gigante e o desafio de monetizá-la tem sido uma tarefa bem ingrata. Entre diversas mudanças, que envolvem algorítimos, design e funcionalidade, os usuários são firmes em dizer que o site não é mais o mesmo de tempos atrás. O que foi durante muito tempo um refúgio para DJs, gravadoras independentes e produtores lançarem seus trabalhos, agora é um território ameaçado pela ganância das grandes detentoras dos diretos autorais. 
 
Mixes e remixes não autorizados devem ser as próximas vítimas e dificilmente passarão ilesos de acordo com a nova política da marca, que valoriza conteúdos originais. Quem sai perdendo são os diversos canais de podcasts, pequenas gravadoras, produtores de home studio e principalmente o público, que terá que recorrer a outros meios pra buscar esse conteúdo. O que será do futuro do Soundcloud sem eles?

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