Se o bass marcante está em alta agora na música eletrônica — da própria bass music a vertentes do house e ao big room/electro —, já faz tempo que as frequências graves são destaque no meio musical, mas dificilmente paramos pra pensar no porquê.
Agora, porém, o canal The Verge produziu um vídeo curto de quase três minutos carregado de explicações científicas que justificam a propensão humana a curtir música com bastante grave. O vídeo explica como somos afetados por essas frequências desde o útero, quando, a partir do momento que o cérebro se desenvolve, já conseguimos escutar os graves das batidas do coração das nossas mães — o que também explica nossa afeição por ritmo/beats —, bem como da sua voz.
A produção do Verge mostra como músicas com grave podem alterar nossa adrenalina e nosso ritmo cardíaco, relaciona as frequências baixas com o nosso esqueleto (“a bassline é a estrutura sobre a qual se sustenta a melodia”) e traz pesquisas científicas que revelam como o cérebro humano tem mais facilidade para detectar os graves do que as frequências mais altas: “praticamente todas as pessoas vão responder melhor a uma batida quando esta for carregada por instrumentos em um pitch mais baixo”.
Assista:
