Cientistas afirmam que música eletrônica é saudável para os embriões humanos!


Por: Lucas Arnaud

Vários estudos exploram cientificamente o fato da música induzir bons efeitos no organismo humano. Um exemplo disso foi o estudo que mostramos recentemente, sobre a analogia entre efeitos de drogas opióides (como a heroína) e o simples fato de ouvir sua música preferida (veja aqui).

Dessa vez, alguns cientistas (com objetivos semelhantes) fizeram diferente: testaram quais os efeitos da música eletrônica na saúde de embriões (ou, mais precisamente, nos futuros bebês de proveta).

Na clínica Altravita IVF, em Moscou, os pesquisadores tocaram nada mais nada menos que o podcast “A State of Trance”, de Armin Van Buuren, para 800 células de óvolus em tubos de ensaio, o que gerou um crescimento de cerca de 20% (em relaτπo ao grupo controle) na quantidade de embriões vindos dessa amostra.

O podcast de Armin tocou 24 horas por dia a 80 decibeis, enquanto outras 800 células óvulos permaneceram em um ambiente silencioso (sendo este o grupo controle!).

Os cientistas acham que a vibração da música ajuda a misturar o fluído no qual o embrião está imerso, aumentando seu contato efetivo com nutrientes, havendo, inclusive, diluição das próprias substâncias químicas excretadas pelas células (que, quando muito concentradas, podem gerar maiores danos ao óvulos). É interessante notar que, em uma gravidez fisiológica (ou seja, a que ocorre em uma mulher), o ambiente uterino gera vibrações similares, facilitando o processo de embriognese.

Não é a primeira vez que isso ocorre: em 2013, pesquisadores descobriram que a música de artistas como Madonna, Metallica e Bach aumentou a chance de ovo ser fertilizado em 5% – trabalho que foi apresentado na conferência anual da European Society of Human Reproduction and EmbryologyÆ.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/2017/01/16/techno-may-missing-ingredient-comes-test-tube-babies-scientists/?WT.mc_id=tmg_share_fb

 

 

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