Já era de conhecimento público que Martin Garrix, o atual DJ número um no ranking da DJ MAG, estava em conflito judicial com uma das mais influentes labels de música eletrônica no mundo, a Spinnin Records.
Toda essa história vem se desenrolando desde 2015, quando Martin alegou que fora enganado e induzido a assinar contratos com cláusulas ambíguas.
Dessa forma, o artista holandês exigiu a posse dos direitos (e os pagamentos) referentes às suas produções na Spinnin. Por outro lado, a label afirmava que Martin havia praticado quebra de contrato, exigindo, do garoto, uma idenização.
Eis que hoje, pela manhã, o juiz encarregado decidiu o caso a favor de Garrix. Dessa forma, ele obtêm “de volta” direitos de tracks que marcaram sua carreira, como “Animals”, “Wizard”, e muitas outras.
O caso nos revela a problemática da dinâmica capitalista com as grandes gravadoras. Martin, por exemplo, tem investido na sua própria label independente, a STMPD Records. Ao que parece, essa é uma estratégia adotada por (cada vez) mais artistas, o que pode contribuir para o surgimento de um mercado mais versátil, diversificado e competitivo.
