Temos uma visão muito clara na nossa cabeça de quem é o David Guetta. Ele é um hitmaker de longa data, um dos DJs mais bem-pagos do mundo, vencedor de 2 grammys; ele é disco de platina em meio mundo, é um ótimo meme da Internet, faz música mainstream, pop, para os fãs da EDM, e no último domingo, David até ganhou um prêmio no Billboard Music Awards na categoria “Melhor Artista de Música Eletrônica” — onde concorria contra Zedd, Major Lazer, The Chainsmokers e DJ Snake.
Mas David Guetta tem na verdade três décadas de carreira. Nos anos 90, quando o termo “EDM” nem sonhava em ser usado para referir-se a dance music comercial, Guetta estava na Space Ibiza com seus decks de vinil fazendo as pessoas dançarem ao som de uma house music mais clubber. Não era nada como a magnitude do TomorrowWorld, por exemplo, onde o David Guetta, hoje com 48 anos de idade, tocou para as pessoas uma faixa bem diferente do seu comum:
Em um período em que o som “big room” já está meio saturado, será que David Guetta quer voltar às origens?
