Pouquíssimos artistas estrangeiros conseguiram criar uma ligação tão forte com o Brasil quanto o belga Kolombo. Desde 2013, ele é figurinha carimbada nas melhores festas do país e com seu carisma e discotecagem marcantes, se tornou uma espécie de amuleto da sorte para aqueles que buscam uma festa animada e divertida.
Em tour pela América do Sul nas próximas semanas, Kolombo falou com exclusividade à House Mag sobre o seus mais recentes projetos. A partir do dia 29, ele passa por cidades como Córdoba, Porto Belo, Curitiba, Buenos Aires e Caxias do Sul em turnê que mescla estreia com aguardados retornos. Confira abaixo:
KOLOMBO –
Tem sido um caminho longo, sólido e realizador. Trabalhar com tantos labels e artistas diferentes… estar entre vários gêneros também foi uma grande inspiração.KOLOMBO –
Não é uma tarefa muito fácil, mas estou fazendo festas em níveis razoavelmente aceitáveis, muitas vezes com aliados íntimos e para o resto, sou um recluso no campo de volta para casaKOLOMBO –
Temos uma forte conexão com o público brasileiro de fato, nós nutrimos nosso próprio som e parece fluir tão bem no Brasil. Mas não só isso, estamos constantemente empurrando faixas de novos artistas, tocando principalmente o que estamos lançando e nossa rede de artistas continua crescendo.KOLOMBO –
Tenho um background predominantemente Hip Hop, Disco e Funk. Gosto de pensar que eu carrego a tocha, mas não cabe a mim dizer se é o caso.KOLOMBO –
Estou realmente impressionado com a aceitação do meu som sobre estas margens, e ainda espero me aventurar mais.HOUSE MAG – Kompakt, 2DIY4, Warung, Noir Music. Cada um desses selos representa um momento diferente e especial em sua carreira. Após tantos anos, o que você tira de melhor do aspecto humano desse relacionamento com as gravadoras?
KOLOMBO – Foi ótimo ter sido convidado a saltar a bordo desses navios fantásticos, mas eu sou definitivamente mais feliz sendo o meu próprio capitão enquanto mantenho os horários no meu próprio ritmo, lançamentos atrasados são muitas vezes irritantes quando você deseja ter a sua música lá fora.
KOLOMBO –
Fusão, fusão, fusãoKOLOMBO –
Eu preciso escolher? Tudo relacionado ao Brasil me faz feliz, de verdade.KOLOMBO –
Como mencionei antes, gosto de tentar carregar a tocha da boa música em um contexto moderno e como DJ, trazer momentos bons às pessoas.