Por Danuza Azevedo
Foto: Rhoney Persike
Depois de anos com um casting reduzido, mas muito presente e respeitado no mercado, a 4 Fly decidiu que era a hora de integrar mais artistas em seu staff. A agência que é do Rio de Janeiro, agora está de escritório novo e com cinco novos nomes são eles: 33 HZ, Dubdisko, Krash, Puka e Petrix.
Segundo Tutty Rodrigues, diretor da 4 Fly, a agência teve muito trabalho em selecionar os novos artistas, já que atualmente no mercado existe muita gente talentosa e que faz sons diferentes. E esse é o principal requisito deles, produtores e DJs com músicas diferentes do que está bombando no mercado. “Nosso objetivo é ter um time repleto de artistas que se destacam pela inovação e criatividade buscando um estilo próprio e não apenas copiar algo já existente. Percebemos claramente que o caminho pode ser mais longo, porém é consistente e verdadeiro”, explica.
A 4 Fly além de cuidar de toda parte operacional de cada artista como contratos, logística, bookings, ainda propõe uma assessoria 360 graus, onde todos participam do processo de marketing, com acompanhamento das redes sociais, cronograma de lançamentos musicais, criação de material de vídeo e foto, além do investimento financeiro. “Tudo isso possibilita que o artista possa viver com mais tranquilidade e ainda assim saber que poderá investir na expansão do seu trabalho e dar continuidade a esse investimento mesmo que sua agenda enfraqueça por algum motivo”, conta Tutty.
Tutty acredita ainda que com essa nova forma de trabalho, a 4 Fly está sendo pioneira, já que dá atenção especial a todos os artistas “Começamos a atrair olhares de importantes djs e produtores e isso futuramente fará uma grande diferença na escolha de um artista sobre a onde ser agenciado, já que as grandes agências tem como principal foco alavancar os seus principais artistas e acaba não sobrando muito tempo pros artistas iniciantes e medianos”.
Tutty ainda faz uma análise do mercado. Pra ele hoje é impossível competir com grandes agências, principalmente no que se refere aos principais horários de festas e festivais, mas isso ele acredita também que será algo que vai mudar em breve. “Acredito que com o tempo o que vai realmente importar é a construção de um line up simétrico e não algo desenhado como os melhores horários para a agência X e os piores para a agência Y. Percebemos que o caminho é longo, mas e que em um piscar de olhos tudo de repente pode mudar”, finaliza Tutty.
